quinta-feira, 9 de julho de 2015

Isto é o que normalmente ocorre: das 65 palavras que compõe este soneto, 62 não levaram muito mais do que 20 minutos para saírem; as outras três levaram quase 62 dias para encontrarem seu lugar no texto.


No fundo, ainda sou o Poeta
Da mente, que vaga, inquieta
Dos olhos, a cor e a dor
Da alma, do corpo, e o que for

Dos poros, a poesia emana
Inunda, aflora, chora, clama
Não se comprime, alarga o peito
Explode, eclode, avulta o efeito

Poesia que muda
Se altera, transmuda
Não cabe em si

Poeta, que mudo
Calado, de luto
Poetiza pra si

3 comentários:

  1. Sinto como se eu fosse testemunha da emoção contida do seu seu poema! Lindo poema!

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  2. Oi Barão,
    vi umas fotos tuas.....por onde andas?
    Rosana

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  3. Desculpe a insistência, mas não tenho outro modo de falar contigo.
    Ganhei uma Canon e não sei usá-la.Estou em férias e pensei em ter aulas, sabes de alguém? Já recorri a quem eu conhecia. Rosana (amiga da Juliane). Obrigado
    rosanacoelho@rocketmail.com

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