No fundo, ainda sou o Poeta
Da mente, que vaga, inquieta
Dos olhos, a cor e a dor
Da alma, do corpo, e o que for
Dos poros, a poesia emana
Inunda, aflora, chora, clama
Não se comprime, alarga o peito
Explode, eclode, avulta o efeito
Poesia que muda
Se altera, transmuda
Não cabe em si
Poeta, que mudo
Calado, de luto
Poetiza pra si
Sinto como se eu fosse testemunha da emoção contida do seu seu poema! Lindo poema!
ResponderExcluirOi Barão,
ResponderExcluirvi umas fotos tuas.....por onde andas?
Rosana
Desculpe a insistência, mas não tenho outro modo de falar contigo.
ResponderExcluirGanhei uma Canon e não sei usá-la.Estou em férias e pensei em ter aulas, sabes de alguém? Já recorri a quem eu conhecia. Rosana (amiga da Juliane). Obrigado
rosanacoelho@rocketmail.com