sexta-feira, 25 de junho de 2010

Beatrice

Quando sinto tua falta, pego meu violão. Não sei tocá-lo, assim como não sei como é te tocar. Apenas passo os dedos pelas cordas como se fossem teus cabelos em Lá menor. O débil som que sai é o da tua voz da qual quase não me recordo. Firo as cordas e as deixo ressoarem pelo quarto escuro, como tua imagem em minha mente.

Um comentário:

  1. Meu caro, vou te dizer uma coisa, aliás, nem preciso dizer nada, a não ser que em poucas palavras expressas o que muitos precisariam de um tratado. Parabéns, continuo acompanhando as tuas obras de arte!
    Abraços!

    Karl Heiligen.

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