Quando sinto tua falta, pego meu violão. Não sei tocá-lo, assim como não sei como é te tocar. Apenas passo os dedos pelas cordas como se fossem teus cabelos em Lá menor. O débil som que sai é o da tua voz da qual quase não me recordo. Firo as cordas e as deixo ressoarem pelo quarto escuro, como tua imagem em minha mente.
Dias azuis
Há 8 anos
Meu caro, vou te dizer uma coisa, aliás, nem preciso dizer nada, a não ser que em poucas palavras expressas o que muitos precisariam de um tratado. Parabéns, continuo acompanhando as tuas obras de arte!
ResponderExcluirAbraços!
Karl Heiligen.